Menina Reformada
sexta-feira, 18 de maio de 2018
sábado, 11 de março de 2017
Onde nos encontramos na profecia?
Qual é a mensagem mais importante da Igreja de Deus para o povo hoje? Você sabe onde nos encontramos na profecia?
A história de Noé, como dita por Jesus Cristo, é uma grande metáfora para nossos dias. Comiam e bebiam, casavam e davam se em casamento, até que veio o dilúvio. Naquele tempo, havia também uma mensagem que era a mais importante para a salvação daquelas pessoas, que Noé pregou durante 120 anos. A mensagem mais importante para aquele tempo era a de que Deus mandaria o dilúvio e destruiria o homem que criou.
No tempo de Ló, a mensagem mais importante era a de que Deus mandaria enxofre sobre Sodoma e as cidades circunvizinhas, a fim de destruí las por conta do pecado de imoralidade ter se alastrado, e o clamor subido aos céus, chegando ao Altíssimo.
A mensagem mais importante que devemos proclamar encontra-se em Apocalipse 14:6-12
"Vi outro anjo voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam sobre a terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo, dizendo, em grande voz: Temei a Deus e dai-lhe glória pois é chegada a hora do Seu juizo; e adorai aquele que fez o céu, a terra, o mar e as fontes das águas.
Seguiu-se outro anjo, o segundo, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, que tem dado de beber a todas as nações do vinho da fúria da sua prostituição.
Seguiu-se a estes outro anjo, dizendo, em grande voz: Se alguém adora a besta e a sua imagem e recebe a sua marca na fronte ou sobre a mão, também este beberá do vinho da cólera de Deus, preparado, sem mistura, do cálice de sua ira, e será atormentado com fogo e enxofre, diante de seus santos anjos e na presença do Cordeiro.
A fumaça de seu tormento sobe pelos séculos dos séculos, e não tem descanso algum, nem de dia nem de noite, os adoradores da besta e da sua imagem e quem quer que receba a marca do seu nome.
Aqui está a perseverança dos Santos, os que guardam os mandamentos de Deus e o testemunho de Jesus. "
Estas mensagens ao todo são três, e são as três mensagens mais importantes para os nossos dias. As mensagens são duras, não tem "sabor de mel". São mensagens de desespero de um Pai que quer salvar seus filhos da perdição.
"A primeira e a segunda mensagem foram dadas em 1843 e 1844, encontramo-nos agora sob a proclamação da terceira mensagem, mas todas as três devendo ainda ser proclamadas. Pela pena e pela palavra devemos fazer a proclamação, mostrando-lhes a ordem, e a aplicação das profecias que nos trazem à mensagem do terceiro anjo." - Mensagens Escolhidas, capítulo 12.
Vivemos o tempo mais solene da história da humanidade. No entanto, qual o significado dessas mensagens contidas no capítulo 14 de Apocalipse? Deus quer que as entendamos, é desejo do altíssimo que estudemos as palavras do livro de Apocalipse e, Deus também sabia que os esforços de Satanás para impedir os estudos desse livro seriam sem medidas. Por isso no primeiro capítulo, nas primeiras linhas, Deus abençoa todos os que estudam: "Bem aventurados os que lêem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo" Apocalipse 1:3
Estudar o livro de Apocalipse significa:
- conhecer a identidade da igreja
- conhecer a missão da Igreja
- conhecer melhor e com mais detalhes o caráter de Jesus Cristo
- conhecer, também, o caráter de Satanás e suas estratégias e armadilhas
- saber como se preparar para o tempo do fim e conhecer as coisas que hão de acontecer.
"Enquanto o mundo protestante está por sua atitude fazendo concessões a Roma, despertemos para compreender a situação e observar em seus verdadeiros lances a contenda entre nós mesmos. Ergam os vigias agora a voz e dêem a mensagem que é a verdade presente para este tempo. Mostremos ao povo onde nos encontramos na história profética e procuremos despertar o espírito do verdadeiro protestantismo." - testemunhos seletos, capítulo 43
(O protestantismo hoje não protesta mais. Temos todo um mundo gospel evangelico, onde todo o reavivamento se resume a música, teatro e danças. E pouco ou nenhum estudo das escrituras, pouca ou nenhuma oração.)
Quão perto estamos da Vinda de Cristo? O quanto falamos sobre este dia glorioso para os que estão ao nosso redor?
"Quem é, pois, o servo fiel e prudente, a quem o senhor confiou os seus conservos para dar-lhes sustento a seu tempo? Bem aventurado aquele servo a quem seu senhor, quando vier, achar fazendo isso. - Mateus 24: 45-46
Deus prometeu uma bênção especial sobre aqueles que neste tempo se levantarem como atalaias fiéis, dando sustento espiritual ao seu povo. A mensagem é confiada aos servos dos tempos do fim, a mensagem mais importante dos últimos dias.
Com o que estamos inclinados a nos preocupar? "Quando o professo povo de DEUS se estiver unindo com o mundo, vivendo como vivem os do mundo; e com eles gozando dos prazeres proibidos; quando o luxo do mundo se tornar o luxo da igreja, quando os sinos para casamentos estiverem a tocar, e todos olharem para o futuro esperando muitos anos de prosperidade temporal, subitamente então, como dos céus fulgura o relâmpago, virá o fim de suas resplendentes visões e esperanças ilusórias." - O grande conflito, cap 18
"Demos mais tempo ao estudo da Bíblia. Não compreendemos a Palavra como devemos. O livro do Apocalipse abre com uma ordem para compreendermos a instrução que ele contém (...) Quando nós, como um povo, compreendermos o que este livro para nós significa, ver-se-á entre nós grande reavivamento." - Testemunhos Para ministros, capítulo 3
O reavivamento verdadeiro (na igreja) vem através de oração e estudo da Bíblia, não com música. É indispensável para o despertar da igreja o estudos das profecias; principalmente e dando ênfase as três mensagens de Apocalipse. Nosso tempo presente se encaixa na terceira mensagem - mais importante em nossos dias. Será que temos idéia do quão rápido acontece o cumprimento das profecias?
O início do cumprimento da profecia
"No primeiro ano de Belsazar, rei da Babilônia, teve Daniel um sonho e visões ante seus olhos; quando estava no seu leito; escreveu logo o sonho e relatou a suma de todas as coisas." (Daniel 7:1) Aqui começa a profecia, no primeiro ano de Belsazar, a saber o ano 553 a.C.
"Falou Daniel e disse: Eu estava olhando, durante a minha visão de noite; e eis que os quatro ventos do céu agitaram o mar grande." (Dn 7:2)
Sabemos que mar ou águas significa pessoas, multidões, nações, povos e línguas, de acordo com Apocalipse 17:15; e ventos significa guerras, de acordo com Jeremias 51:1-5. Nesse contexto, Daniel viu uma agitação sobre multidões, e as mesmas estavam em guerra.
"Quatro animais, grandes, diferentes uns dos outros subiam do mar." (Dn 7:3). Animal significa rei ou reino, de acordo com Daniel 7:17-23. Daniel viu quatro reinos, diferentes uns dos outros, que vieram do meio das multidões em guerra. E segue descrevendo esses reinos, nos versículos de 4 a 7. O primeiro (animal) reino era como leão e tinha asas à de águia, esse reino é o Império Babilônico, o qual dominava o mundo nos dias de Daniel. Esse império durou do ano de 605 a.C até 538 a.C. Quando Daniel teve essa visão, no ano de 553 a.C, o império Babilônico já estava para cair. O segundo animal era um urso que possuía três costelas na boca. Esse animal corresponde ao Império Medo persa, que durou de 538 a.C a 331 a.C. (nota - se que assim que um reino caiu, outro surge logo em seguida, sem intervalos.)
O terceiro animal era como leopardo com asas de ave, que tinha quatro cabeças "e foi-lhe dado dominio". Significa o império Grego, que durou de 331 a.C à 168 a.C.
O quarto animal, Daniel não podia descreve. Ele só diz que era um animal terrível, esse tinha dez chifres. Chifre significa rei, como está em Apocalipse 17:12. Representa o império romano, que foi de 168 a.C à 476 d.C. Foi o império que mais durou, mas seu fim não foi em 476 d.C. O que chegou ao fim nesta data foi o Império Romano pagão. Dez chifres saíram da cabeça do animal, são dez reis ou reinos que saíram de um reino (esse se dividiu em quatro etapas que já vou explicar.) Mas Roma se dividiu em dez reinos em 476 d. C, são as dez tribos bárbaras, que um tempo depois se transformaram no continente europeu. Esses dez reino foram até 538 d. C.
"Estando eu a observar os chifres, eis que entre eles subiu outro pequeno, diante dos quais três dos primeiros chifres foram arrancados; e eis que neste Chifre havia olhos, como os de homem, e uma boca que falava com arrogância*" Daniel 7:8
*algumas traduções trazem insolência
O Novo reino era menor, tinha olhos e falava com arrogância.
"Os dez chifres correspondem a dez reis que se levantarão daquele mesmo reino; e, depois deles, se levantará outro, o qual será diferente dos primeiros; e abaterá a três reis. Blasfemará contra o altíssimo, magoará os santos do Altíssimo e cuidará em mudar os tempos e a lei; e os santos lhes serão entregues nas mãos por um tempo, dois tempos e metade de um tempo". Daniel 7:24-25
A palavra "Blasfêmia" é apresentada no dicionário com duas resoluções: 1- quando um homem se acha no direito de perdoar pecados e 2- quando um homem se coloca no lugar de Deus.
Para identificar que reino significa esse chifrinho, devemos entender que ele tem três características importantes.
1- Blasfemará contra o Altíssimo.
Quem é que, além de achar autoridade diante dos povos para perdoas pecados, também se coloca no lugar de Deus?
A Doutrina da Infalibilidade do Papa foi definida no 4º capítulo da 4ª sessão do Concílio Vaticano I, ocorrido entre 1869 e 1870, durante o pontificado de Pio IX.
2- cuidará em mudar os tempos e a lei
A igreja romana (católica), pela "infalibilidade papal", além de modificar o calendário, também mudou a lei verdadeira, imutável, infalível e eterna de Deus, a lei moral - Os dez mandamentos.
Dos quais são, de acordo com Êxodo 20:
1- Não terás outros deuses diante de mim.
2- Não farás para ti imagem de escultura (...) e não as adorarás.
3- Não tomarás o Santo nome do Senhor Deus em vão.
4- Lembra - te do dia de sábado para o santificar (... )
5 - Honra a teu pai e a tua mãe para que te prolonguem seus dias sobre a terra
6 - Não matarás
7 - Não adulterarás
8 - Não furtarás
9 - Não dirás falso testemunho contra teu próximo
10 - Não cobiçarás (...)
Dos quais ficaram depois de modificados pela doutrina católica:
1 - Adorar a Deus e amá-lo sobre todas as coisas.
2 - Não invocar o Santo Nome de Deus em vão.
3 - Guardar domingos e festas
4 - Honrar pai e mãe (e os outros legítimos superiores).
5 - Não matar (nem causar outro dano, no corpo ou na alma, a si mesmo ou ao próximo)
6 - Guardar castidade nas palavras e nas obras.
7 - Não furtar (nem injustamente reter ou danificar os bens do próximo).
8 - Não levantar falsos testemunhos.
9 - Guardar castidade nos pensamentos e nos desejos.
10- Não cobiçar as coisas alheias.
A própria Igreja católica até os dias de hoje não esconde que mudou a Bíblia. A resposta a isso é a de que a igreja católica é a Igreja verdadeira de Deus na terra com autoridade sobre até mesmo as escrituras.
3- os santos lhes serão entregues nas mãos
A igreja católica perseguiu, prendeu, torturou e matou todos os que negassem suas doutrinas e negassem a autoridade papal e suas doutrinas imundas. Os santos lhes foram entregues nas mãos por um tempo, dois tempos e metade de um tempo.
Um tempo significa um ano, como está em Daniel 11:13. A resolução é de 3 anos e meio. O calendário utilizado pela Bíblia não é o calendário solar (de 365 dias) mas o luni-solar (de prevê 1 mês= 30 dias), nos quais três anos e meio equivalem a 1260 dias. Um dia equivale a um ano, quando se fala em profecia, como está em Ezequiel 4:6-7 e Números 14:34. Temos aqui 1260 anos de perseguição e domínio desse reino, o reino papal, que durou desde seu início pagão em 538 a.C até 1798 d.C
Sendo portanto essa a razão pela qual o Senhor Jesus ainda não veio. As doutrinas imundas do catolicismo foram empurradas aos cristãos sinceros durante 1260 anos, manchando a pureza do cristianismo. Antes que Jesus venha, é necessário que a doutrina cristã seja de todo purificada e volte a ser o que era nos primórdios do cristianismo, a igreja fundada pelos apóstolos.
As quatro etapas do Império romano são :
1 - Roma pagã ( 168 a.C à 476 d.C.)
2 - Roma dividida (476 d.C a 538 d.C )
3 - Roma papal ( 538 d.C a 1798 d.C )
4 - Roma "ferida curada" (1929)
A besta que emerge do mar
"Vi emergir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças e, sobre os chifres, dez diademas e, sobre as cabeças, nomes de Blasfêmia. A besta que vi era semelhante a leopardo, com pés de urso e boca como de leão. E deu-lhe o dragão o seu poder, o seu trono e grande autoridade." Apocalipse 13: 1-2 está falando exatamente do mesmo animal de Daniel 7, só que com mais clareza.
"Então, vi uma de suas cabeças como golpeada de morte, mas essa ferida mortal fora curada, e t oda a terra se maravilhou, seguindo a besta. E adoraram o drago porque deu sua autoridade a besta; também adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante a besta? Quem pode pelejar contra ela? Foi-lhe dada uma boca que proferia arrogâncias e blasfêmias e autoridade para agir quarenta e dois meses; e abriu a boca em blasfêmias contra Deus, para lhe difamar o nome e difamar o tabernáculo, a saber os que habitam no céu. Foi lhe dado também que pelejasse contra os santos e os vencesse. Deu-se-lhe ainda autoridade sobre cada tribo, povo, língua e nação." - Apocalipse 13:3-7
Essa ferida de morte, da qual fala o versículo 3, ocorreu no ano 1798, no dia 11 de fevereiro, quando o reinado de terror papal chegou ao fim. Por ocasião da Revolução francesa, Napoleão Bonaparte invadiu Roma, e prendeu o Papa, e declarou o fim daquele império de política+religião. No entanto, no mesmo versículo fala que a ferida mortal foi curada, que também se relaciona a quarta etapa do império romano, a Roma ferida - curada. A ferida mortal da besta começou a ser curada em 1929, quando Benito Mussolini assinou um tratado (acordo), devolvendo a Igreja Romana seu território que havia sido ocupado pela Itália, a saber o atual Vaticano.
(Dragão = diabo ou antiga serpente, Apocalipse 12:9)
Quarenta e dois meses de trinta dias, se refere ao mesmo período de 1260 anos da profecia de Daniel 7. 42 x 30 = 1260
A besta que emerge da terra
"Vi outra besta emergir da terra; possuía dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão. Exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença, e faz com que a terra e seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal foi curada. " Apocalipse 13:11-12
O cordeiro simboliza o próprio Cristo ou o cristianismo, de acordo com João 1:29.
Essa segunda besta tem algumas características importantíssimas:
1- Ela emergiu da terra. Se água em profecia significa "povos, tribos, nações, multidões, línguas" então, a parte seca, que é a terra, seria um lugar não habitado ou pouco habitado. Isso significa que não poderia ser na Europa, nem na Ásia e nem na África. A besta que sobre da terra está em um continente novo, chamado de "novo mundo" ou continente americano.
2 - Possuía dois chifres, ou dois poderes.
O poder do protestantismo, e o poder republicano, com divisão. Poder religioso e poder político, mas não se misturavam.
3- Tinha aparência de cordeiro
Uma nação aparentemente cristã
4- Falava como dragão
Como eu disse, aparentemente uma nação cristã, no entanto falava como dragão (como Satanás)
Essa besta é o país conhecido como Estados Unidos da América. Surgiu inicialmente como uma nação protestante, no entanto republicana, isto é, sem um rei. O lema estadunidense era "igreja sem papa, nação sem rei"
Imagem da besta
"Seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, aquela que, ferida a espada, sobreviveu; e lhe foi dado comunicar fôlego a imagem da besta, para que não só a imagem falasse como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta." Apocalipse 13:14-15
O que significa isso?
"Quando as principais igrejas dos Estados Unidos, ligando - se em pontos de doutrinas que lhes são comuns, influenciarem o Estado para que imponha seus decretos e lhes apóie as instituições, a América do Norte protestante terá então formado a imagem da hierarquia romana, e a aplicação de ofensas civis aos dissidentes será o resultado inevitável." - O grande conflito, capítulo 25.
Três Passos para a formação da imagem da besta:
1- União entre todas as igrejas cristãs
2- União entre poder religioso e poder político
3- Aplicar penalidade a todos aqueles que não concordarem.
"A "Imagem da besta" representa a forma de protestantismo apóstata que se desenvolverá quando as igrejas protestantes buscarem o auxílio do poder civil para a imposição de seus dogmas." - O grande conflito, capítulo 25
"Irmãos, no que diz respeito a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e a nossa reunião com ele, nós vos exortamos a que não vos demovais da vossa mente, com facilidade, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como se procedesse de nós, supondo ter chegado o Dia do Senhor. Ninguém, de modo algum vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniquidade, o filho da perdição o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus ou é objeto de culto, a ponto de assentar-se no santuário de Deus, ostentando-se como se fosse o próprio Deus." 2 Tessalonicenses 2:14
"A imagem da besta formar-se-á antes que termine a Graça; pois isso será a Grande Prova para o povo de Deus, pelo qual será decidido o seu destino eterno." Carta G11, 1890
"Quando o protestantismo através do abismo estender os braços a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência desta tríplice aliança, a América do Norte for induzida a repudiar todos os princípioprincípios de sua constituição, que fizeram dela um governo protestante e republicano, e adorar memedida para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o Fim está próximo." Testemunhos seletos, volume 3, páginas 161
Onde nos encontramos na história da profecia?
PERTO DO FIM.
terça-feira, 7 de março de 2017
O ser humano é holístico?
1- Corpo
O corpo humano nada mais é do que um boneco de barro. "Então, formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente." Gênesis 2:7
O corpo humano torna ao pó quando este morre. "No suor do teu rosto comerás o pão, até que te tornes à terra, *pois dela foste formado; porque tu és po, e ao pó tornarás*" Gênesis 3:19
2- Espírito
"É o princípio da vida, dada por Deus" - E. E. Vine
De acordo com o hebraico "ruach" e o grego "pneuma" aplicado ao homem, significa:
- fôlego de vida que Deus soprou nas narinas do homem, e em todos os animais (Gênesis 2:7, 7:22, Mateus 27:50, Lucas 8:55)
- Disposição, atitude, temperamento, sede das emoções e do conhecimento (Marcos 2:8, João 13:21, 1 Pedro 3:4)
- Instrumento pelo qual o homem se comunica com Deus (Lucas 1:47, Atos 18:25)
- Deus se comunica conosco por meio do espírito (Ezequiel 36:26-28)
3- Alma
O espírito vivificante de Deus em contato com o corpo do barro fez com que o homem se tornasse alma vivente. "então, formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego da vida, e *o homem passou a ser alma vivente*" Gênesis 2:7
A palavra "Nephesh" pode ser traduzida de 44 maneiras diferentes. No antigo testamento, ela é traduzida 473 vezes por "alma", 118 por "vida", 29 por "pessoa" 15 vezes por "corpo" (...) dependendo sempre do contexto em que se encaixa para facilitar a leitura e o entendimento. A alma pode ser compreendida como o que torna o ser humano individual ou o que difere uma pessoa de outra ou até mesmo de animais. Seria a alma o lado racional do homem, mas não o racional de tomar decisões mas o de sentir. Seria alma a mente (coração) humano.
Na morte, o corpo volta a terra, o fôlego saindo do corpo vai para Deus, como está em Eclesiastes 12:7, a alma ou criatura vivente desaparece (salmos 6:5, Eclesiastes 9:5-6). A Bíblia não ensina que a alma é uma essência abstrata e imortal independente da matéria. A idéia grega de que o homem tem uma alma não é defensável pela Bíblia, já que a Bíblia diz que o homem *é* uma alma e não *tem* uma alma.
Biblicamente, o homem é um todo indivisível ou, em outras palavras, é uma unidade, da qual corpo depende de alma, alma depende de espírito e etc. Não pode ser dividido em suas partes componentes. Se o homem for dividido, morre. Se o espírito (fôlego de vida) deixa o corpo, o homem volta para a terra sem consciência de nada.
O conceito de que alma, corpo e espírito são divisíveis é de origem grega e filosófica, dos escritos de Platão, os quais não são apoiados ideologicamente pelas Escrituras.
O homem é um ser indivisível, logo na morte, não pode subsistir uma parte imortal enquanto outra desce ao pó. (O homem precisa comer da árvore da vida para que se torne imortal. O único ser naturalmente imortal é Deus).
Conclusão é de que corpo, alma e espírito são apenas aspectos do homem, e não partes dele.
O homem é um ser holístico.
sexta-feira, 30 de setembro de 2016
Divindade de Jesus - parte 3
Pelo simples fato de Yeshua (Jesus) ter dito, em Mt 23:37, que por várias vezes Ele mesmo tentou proteger, orientar e resgatar o povo de Israel, e foi rejeitado, fica claro que quem falava, no Primeiro Testamento, com os patriarcas Adão, Noé, Abraão, Jacó, Moisés e aos profetas, era Yeshua (Jesus), a Palavra de Deus - que se identificava como sendo Deus, o Pai da criação e salvação, o Adonai Elohim YeHoWaH-shua. (veja bem, Jesus está se referindo as tentativas feitas por Ele, registradas no Antigo Testamento, até então o Novo Testamento ainda nem existia na ocasião!).
Observe:
Mateus 23:37 - Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis EU ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e tu não quiseste!
Observe atentamente que Jesus NÃO DISSE ISTO: “...quantas vezes quis O MEU PAI ajuntar os teus filhos...” Mas Jesus DISSE ISTO: “...quantas vezes quis EU ajuntar os teus filhos ...”
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
O Evangelho a Todo o Mundo
Todos os eventos ocorrem em obediência a um programa preestabelecido por um Ser onisciente e onipotente. Determinou Deus que a ciência se multiplicasse na consumação dos séculos, a fim de possibilitar a realização de uma grande obra mundial, também constante do programa divino, para o tempo do fim. É a pregação do Evangelho em todo o mundo. “E este Evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho de todas as gentes, e então virá o fim”, disse Jesus aos Seus discípulos (Mateus 24:14).
Evidentemente, uma tarefa tão importante, e de tamanha extensão, não poderia ser executada sem os recursos necessários à sua realização. Daí a arte gráfica moderna, os modernos meios de transporte e comunicação, a internet etc., surgirem justamente no tempo em que deveria efetuar-se a gloriosa obra de pregar o Evangelho em todo o mundo. Não podemos, pois, deixar de reconhecer também a elevada tarefa da ciência, pois é um acessório da grande obra do Evangelho.
O aumento da ciência e a pregação do Evangelho em todo o mundo, ambos intimamente relacionados, convergem para o último tempo e mesmo figuram entre os sinais proféticos que deveriam anunciar a brevidade do fim.
Os sinais dos tempos indicam, pois, em voz alta que a segunda vinda de Cristo e o fim do mundo estão às portas.
Que este mundo chegará a seu termo é um pressentimento geral. Mas o fim virá de maneira mui diversa de que geralmente supõem os sábios. Como há uns quarenta e quatro séculos atrás, por ocasião do dilúvio, pereceu a grande maioria dos moradores da Terra, pela água; perecerá também, em futuro não muito distante, isto é, na segunda vinda de Cristo, a maior parte da humanidade, mas desta vez não pelas águas, e sim, pelo fogo, pois a profecia diz que “serão queimados os moradores da Terra, e poucos homens restarão” (Isaías 24:6). Os reinos deste mundo serão subvertidos, e estes “poucos homens” que restarem serão os sobreviventes para o novo reino universal. Nos artigos que se seguem explicaremos esse assunto de modo a convencer todo amigo leitor sincero.
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
Microevolução é um termo desnecessário
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
Apocalipse fala sobre um santuário no céu
Deus ordenou a construção do Santuário no deserto para que os crentes do Antigo Testamento tivessem uma lição objetiva das verdades espirituais e eternas. Os sacrifícios feitos e presenciados pelo povo eram dramáticos audiovisuais destinados a mostrar pateticamente a gravidade do pecado, assim como o preço do resgate que seria pago por nosso Senhor, a imensidade de Sua graça e os diversos aspectos do juízo e a erradicação final do pecado deste mundo e do Universo.
O tabernáculo do deserto foi substituído pelo templo de Salomão e este pelo de Zorobabel, que por sua vez foi substituído pelo de Herodes. No ano 70 se cumpriu a profecia de Jesus de que não ficaria pedra sobre pedra desse templo (São Mateus 24:1, 2). Embora a Santa Bíblia diga que Deus deseja morar em nós, templos vivos (I Coríntios 3:16, 17), o Apocalipse fala do templo real, do qual o terrenal é só uma figura ou ilustração. O estudo do significado das diversas cerimônias do santuário terrenal e da obra de Cristo no santuário real nos dará uma compreensão mais profunda do plano de salvação e da erradicação completa do mal.
No átrio ou pátio estava o altar dos sacrifícios onde os holocaustos ascendiam como cheiro suave ao Senhor (Levítico 1:9), símbolo de Cristo que “Se entregou a Si mesmo por nós, como oferta e sacrifícios a Deus em aroma suave” (Efésios 5:2). Também havia uma bacia para lavar (Êxodo 30:18). A água também representa o Espírito Santo (São João 7:37-39), a Palavra (São João 13:10; 15:3) e o batismo (São João 3:5; Romanos 6:3-6; I São João 5:8). Entrando no lugar santo, à direita se encontrava a mesa dos pães (Êxodo 25:30) com 12 pães feitos de flor de farinha (Levítico 24:5), representando a Jesus, o pão da vida (São João 6:48) e ao corpo espiritual de Cristo, Sua igreja (I Coríntios 10:17). No lado esquerdo estava o candelabro de ouro (Êxodo 40:24) que tinha 7 lâmpadas (Êxodo 25:37) que ardiam continuamente (Levítico 24:2). São João viu o candelabro no Céu (Apocalipse 1:2) e as sete lâmpadas ardendo diante do trono de Deus (Apocalipse 4:2, 5) e a Jesus no meio dos candelabros (Apocalipse 1:12-18). Jesus mesmo disse que Ele é a luz do mundo (São João 8:12).
Diante do véu do altar de incenso (Êxodo 30:1-3; 40:26). Ali o sacerdote queimava incenso de manhã e de tarde (Êxodo 30:7, 8). No Apocalipse São João viu um altar de ouro diante do trono de Deus no Céu (Apocalipse 8:3) e diz que muito incenso subia com as orações dos santos (Apocalipse 8:3, 4). Também é dito que o incenso são as orações dos santos (Apocalipse 5:3).
O lugar santíssimo era o mais sagrado. Ali se encontrava a arca (Êxodo 26:33). Apocalipse diz que São João viu a arca de Deus em Seu santuário (Apocalipse 11:19). Sobre o propiciatório era visível a presença de Deus (Êxodo 25:21, 22) o qual falava pessoalmente com Moisés (Números 7:89). São João viu o Senhor sentado sobre um trono excelso (Apocalipse 4:2).
O sistema de sacrifícios do Antigo Testamento ensinava ao povo o caráter terrível do pecado e mostrava a Jesus Cristo como o único que pode tirar a culpa. Os sacrifícios múltiplos não eram eficazes por si mesmos (Hebreus 10:4), pois o pecado é uma ofensa moral. Só o sangue de Cristo, ilustrado por aqueles sacrifícios, pode expiar os pecados da humanidade (Romanos 3:21-25; I São João 1:7).
Jesus é o único e suficiente mediador entre Deus e os homens (I Timóteo 2:5; São João 14:6; Atos 4:11, 12). Um mediador interfere entre ambas as partes. Intercede por nós diante de Deus, oferecendo os méritos de Seu sangue e implorando perdão de nossos pecados dos quais nos arrependemos, aceitando a Jesus (Romanos 3:24-26; I São João 2:1, 2). Também intercede da parte de Deus em nossa consciência (São João 15:26; 16:8), a fim de que sejamos convertidos e que vivamos dentro da ética cristã, guardando Seus mandamentos (Hebreus 8:10).