Todos os eventos ocorrem em obediência a um programa preestabelecido por um Ser onisciente e onipotente. Determinou Deus que a ciência se multiplicasse na consumação dos séculos, a fim de possibilitar a realização de uma grande obra mundial, também constante do programa divino, para o tempo do fim. É a pregação do Evangelho em todo o mundo. “E este Evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho de todas as gentes, e então virá o fim”, disse Jesus aos Seus discípulos (Mateus 24:14).
Evidentemente, uma tarefa tão importante, e de tamanha extensão, não poderia ser executada sem os recursos necessários à sua realização. Daí a arte gráfica moderna, os modernos meios de transporte e comunicação, a internet etc., surgirem justamente no tempo em que deveria efetuar-se a gloriosa obra de pregar o Evangelho em todo o mundo. Não podemos, pois, deixar de reconhecer também a elevada tarefa da ciência, pois é um acessório da grande obra do Evangelho.
O aumento da ciência e a pregação do Evangelho em todo o mundo, ambos intimamente relacionados, convergem para o último tempo e mesmo figuram entre os sinais proféticos que deveriam anunciar a brevidade do fim.
Os sinais dos tempos indicam, pois, em voz alta que a segunda vinda de Cristo e o fim do mundo estão às portas.
Que este mundo chegará a seu termo é um pressentimento geral. Mas o fim virá de maneira mui diversa de que geralmente supõem os sábios. Como há uns quarenta e quatro séculos atrás, por ocasião do dilúvio, pereceu a grande maioria dos moradores da Terra, pela água; perecerá também, em futuro não muito distante, isto é, na segunda vinda de Cristo, a maior parte da humanidade, mas desta vez não pelas águas, e sim, pelo fogo, pois a profecia diz que “serão queimados os moradores da Terra, e poucos homens restarão” (Isaías 24:6). Os reinos deste mundo serão subvertidos, e estes “poucos homens” que restarem serão os sobreviventes para o novo reino universal. Nos artigos que se seguem explicaremos esse assunto de modo a convencer todo amigo leitor sincero.
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