sábado, 6 de agosto de 2016

O Amor de DEUS

A Escritura Sagrada continua indicando as três mais elevadas motivações à disposição do homem: “a fé, a esperança e o amor... porém o maior destes é o amor” (I Coríntios 13:13). Somente adquirimos o genuíno amor quando lançamos o olhar à cruz de Cristo. Antes da crucifixão, Ele profetizou: “E Eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a Mim mesmo” (São João 12:32).

Quando Pedro fixou o olhar no Cristo crucificado, compreendeu o sacrifício feito em seu favor. Dias depois, Jesus insistiu por três vezes: “Simão, filho de João, tu me amas?” O pescador prontamente respondeu: “Senhor, Tu sabes todas as coisas, Tu sabes que eu Te amo”. Jesus acrescentou: “Apascenta as Minhas ovelhas” (São João 21:17). O amor deveria também agir no convívio com seus semelhantes. O Mestre espera que Seus discípulos tornem o amor maior do que todos os demais motivos da vida. Os mais significativos motivos podem desabar, porém “o amor jamais acaba” (I Coríntios 13:8).

A fórmula milenar de Davi ainda dá resultado: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno” (Salmo 139:23 e 24). Determinadas pessoas podem se aproximar de Cristo, levadas pelo sentimento do medo do inferno ou da esperança do paraíso. Não importa, o Senhor as recebe do jeito que chegam. Ele intercede em favor destes diante do Pai: “Eu lhes fiz conhecer o Teu nome, e ainda o farei conhecer, a fim de que o amor com que Me amaste esteja neles e Eu neles esteja” (São João 17:26). Compete-nos perceber o magnífico amor de Deus e permitir que ele se infiltre dentro de nós para desenvolvermos uma personalidade equilibrada e triunfante.

Nenhum comentário:

Postar um comentário